Sustentabilidade

aDIDAS LANÇA fone de ouvido que funciona com energia solar :
A Adidas deverá lançar um novo fone de ouvido que funciona com energia solar, o modelo sustentável foi batizado de “RPT-02 SOL”. O RPT-02 SOL além de utilizar boa parte em plástico reciclável, também deverá ter na produção poliéster reciclado de tecidos.

As células fotovoltaicas para o carregamento devem ser mais modernas, sendo ativadas com luz solar direta e também iluminação interna.

No entanto, o usuário também deverá ter a opção de carregar o fone de ouvido com um carregador por cabo USB do tipo C, quando não houver energia solar.
A Adidas também confirmou que as embalagens e carregadores para o novo fone de ouvido também serão produzidos de forma sustentável.  Atualmente, a empresa já utiliza apenas algodão sustentável e deverá também utilizar poliéster reciclado em seus produtos, a partir de 2024.
turbina eólica para casas com preço de celular:
A startup Avant Garde Innovations, da Índia, lançou um gerador de energia de baixo custo, que pode ajudar famílias em regiões isoladas e também pessoas que desejam economizar dinheiro com energia elétrica. O equipamento possui 3 metros de diâmetro e é ideal para casas, comércios ou até áreas rurais, é capaz de gerar 5 kWh por dia e custa apenas US$ 899, menos que celulares como iPhone.
A turbina denominada AVATAR™, gera energia dia e noite, tanto havendo chuva, como havendo sol. Possui baixa manutenção, gera energia renovável confiável e limpa com garantia de 2 anos e vida útil de 20 anos. E ainda pode ser instalada em um curto espaço de tempo em uma área pequena no solo ou na cobertura.
Nordeste registra 10 recordes de energia renovável em julho:

O Nordeste bate 10 recordes históricos em energia renovável somente no mês de julho, segundo os índices do Operador Nacional do Sistema Elétrica (ONS).
Entre os 10 recordes registros, são:
4 recordes de geração eólica média;
4 recordes de geração instantânea;
2 recordes de energia solar fotovoltaica.
Lembrando que a geração média, assim como o nome já diz, é a média das 24 horas de um dia, os valores integralizados que ocorrem ao longo de todo o dia.
Enquanto isso, a geração instantânea são os valores pontuais, que são medidos em base de segundos (um pico).
JBS compromisso de zerar emissão de gases de efeito estufa até 2040
A JBS, segunda maior empresa de alimentos do mundo e líder no setor de proteína, anunciou que até 2040, irá zerar o balanço de suas emissões de gases causadores do efeito estufa, reduzindo a intensidade de emissões diretas e indiretas e compensando toda a emissão residual. Esse compromisso foi formalizado nesta terça-feira, 23, em Comunicado ao Mercado entregue à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
A meta Net Zero da JBS inclui as operações globais da empresa, assim como sua diversificada cadeia de valor, que engloba produtores agrícolas e demais fornecedores, além de clientes, em seus esforços para chegar a emissões líquidas iguais a zero em 2040.:
A meta Net Zero inclui as operações a cadeia de valor, que engloba produtores agrícolas e demais fornecedores

Biodigestor na Austrália transforma restos de alimentos
em energia elétrica para 3 mil moradias:

O biodigestor fica localizado na cidade de Cockburn, na região de Perth, em usina de bioenergia que coleta restos de comida de restaurantes e supermercados.
O resto de comida desses empreendimentos é coletada por caminhões, e posteriormente passa por um equipamento, que é responsável por remover qualquer embalagem e outros contaminantes coletados. Logo após o equipamento retirar a embalagem e contaminantes, os restos de alimentos são misturados com água.
Como resultado, o material vira uma “grande sopa” para a máquina, que funciona assim como um “estômago”.
Essa máquina digere alimentos e então libera o gás metano, que então é capturado para produzir a eletricidade para as residências.

Muralha viva de 8 mil km pode conter o avanço do maior deserto do mundo:
O maior deserto do mundo está crescendo. No último século, o Deserto do Saara se expandiu em mais de 10% e agora cobre uma área de 8,6 milhões de quilômetros quadrados, abrangendo 11 países no norte da África. 
A região do Sahel, um cinturão semiárido que atua como uma zona tampão ao sul do deserto, é a mais afetada. A água, já escassa, tem se tornado mais rara. A qualidade do solo se deteriora e a falta de vegetação causa insegurança alimentar. A ONU estima que cerca de 135 milhões de pessoas que dependem dessas terras degradadas estão em risco. 
Mas um plano ambicioso, lançado pela União Africana em 2007, poderá ajudar a conter as areias quentes e proteger as comunidades do Sahel. Até o final desta década, a iniciativa da Grande Muralha Verde espera restaurar 100 milhões de hectares de terra entre o Senegal, no oeste, e Djibouti, no leste, criando uma área de 15 quilômetros de largura e 8 mil quilômetros de comprimento de árvores, vegetação, pastagens e plantas. 
Trens elétricos na Holanda já são 100% abastecidos com energia eólica
Todos os trens de passageiros elétricos que funcionam na Holanda agora são alimentados integralmente pelo vento. A companhia de trem holandesa NS anunciou que toda a sua frota de trens já opera com energia eólica desde 1de janeiro, atingindo a meta um ano antes do previsto.
Para se ter uma ideia da dimensão do projeto, os trens utilizam cerca de 1,2 bilhão de kWh de eletricidade por ano, isso é o que equivalente a todo o consumo dos moradores da capital do país, Amsterdam. Trata-se de um passo importante na redução da pegada de carbono do setor dos transportes nos Países Baixos.
Espera-se que o sucesso inicial deste projeto inspire gestores de cidades a incorporarem a energia limpa associada a projetos ferroviários de alta velocidade em todo o mundo. A Alemanha também não quer ficar para trás e já testa em trens uma tecnologia que emite água ao invés de poluição.
Alemanha testa trens que emitem água ao invés de poluição.
A Alemanha está se preparando para colocar em funcionamento o primeiro trem para passageiros abastecido por hidrogênio no mundo. O veículo não emite qualquer tipo de poluente e o único excedente liberado na atmosfera é o vapor de água.
O modelo, produzido pela companhia francesa Alstom, foi apelidado de Coradia iLint e deve substituir os trens tradicionais que rodam na Alemanha e são movidos a diesel. De acordo com o governo local, são mais de quatro mil trens, rodando com combustível fóssil atualmente. A troca pelos modelos mais ecológicos deve representar uma redução significativa nas emissões provenientes do transporte.
O trem a hidrogênio está em testes e a intenção é que eles já estejam em funcionamento em breve. A ideia foi tão bem aceita na Europa, que outros países como a Holanda, Dinamarca e Noruega já demonstraram interesse em investir nos novos trens.
Estudante irlandês cria “imã” que atrai microplásticos.
Depois do brasileiro Gabriel Fernandes Mello Pereira ser premiado no Stockholm Junior Water Prize 2021, outro jovem estudante recebeu um prêmio internacional por uma solução para combater a poluição por microplásticos. O irlandês Fionn Ferreira venceu a Feira Internacional de Ciências do Google criando uma espécie de “imã” que coleta microplásticos. Fionn vive no sul da Irlanda e tem uma forte ligação com a natureza. Adora remar em seu caiaque e, nestes passeios, observa a grande quantidade de plástico, em diferentes tamanhos, presente na água e no solo. A quantidade crescente de poluição plásticas nas praias que ele frequentava desde criança despertou no jovem de 18 anos a vontade de resolver problema.
“Eu estava em nossa praia e vi uma rocha com resíduos de derramamento de óleo e partículas de plástico presas a esse óleo”, disse Fionn em uma apresentação de vídeo para a Fundação Sopa de Plástico.
“Eu me perguntei por que isso está acontecendo. Descobri que as partículas de plástico são o que chamamos de apolares, e o óleo também é apolar e, então, eles se atraem”, explica ele. Depois, ele ouviu falar de algo chamado ferrofluido, que era uma espécie de água magnética combinando óleo vegetal com pó de óxido de ferro magnetizado. 
Com esta informação, ele decidiu misturar óxido de ferro magnetizado e óleo vegetal e criou uma substância que atrai as partículas de plástico. Este “ímã líquido” coleta microplásticos que podem ser removidos da água por magnetismo. Na mesma apresentação em vídeo, ele mostra que o óleo atraiu os microplásticos, e a imersão de um ímã sugou tudo.
Melissa lança coleção feita com material de cana de açúcar.
A coleção Melissa Free foi lançada em agosto de 2021 com modelos de “chinelos-nuvens”, uma tendência no segmento de calçados que recebe este nome pela maciez dos materiais.
A nova coleção marca o lançamento do primeiro monobloco em E.V.A. Biobased, derivado da cana-de-açúcar. Batizado de Melfree, o material conta com 20% de carbono renovável, graças ao uso da cana-de-açúcar, se tratando de um E.V.A que emite até 65% menos CO2eq (unidade de medida internacional que traduz os demais gases do efeito estufa em termos equivalentes ao CO2).
O chinelo-nuvem, também conhecido como pillow slide, conquistou o público durante a quarentena, sobretudo pelo conforto que vem dos formatos anatômicos e maciez dos materiais.
A marca disponibiliza coletores para calçados sem condições de uso em 350 Clubes Melissa espalhados pelo Brasil, além das Galerias Melissa de São Paulo e Nova York. Os calçados coletados nestes pontos são enviados para recicladores homologados que transformarão esses calçados em outros itens.
Material inspirado em cactos coleta água dia e noite
Além das necessidades históricas das regiões mais secas, as mudanças climáticas trouxeram uma larga variabilidade nos ritmos das chuvas. A geração de vapor solar é uma técnica de coleta de água na qual o calor do Sol faz com que a água se transforme em vapor, que é então condensado em água potável. Ela funciona melhor nas áreas costeiras porque também é capaz de dessalinizar a água, embora só funcione durante o dia.
A produção de água pela coleta de neblina é exatamente o que parece: À noite, as nuvens baixas ficam mais pesadas, portando gotas de água; dispositivos capazes de aglutinar e coletar essas gotículas então transformam a névoa em água potável.
Agora, Ye Shi e colegas do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos EUA, criaram um material para coletar água potável do ar que funciona de dia e de noite, combinando as duas tecnologias de coleta de água em uma.
Para isso, Shi foi buscar inspiração em quem faz isso há milhões de anos: os cactos.
O resultado é um material biomimético, uma membrana de hidrogel com microarquiteturas, capaz de produzir água por meio da geração solar de vapor-água e da coleta de névoa, fundindo as duas técnicas em um único dispositivo.
A membrana é formada por minúsculos espinhos, que lembram árvores de Natal, mas na verdade são inspirados no formato dos espinhos dos cactos.
“Os cactos são adaptados de forma única para sobreviver em climas secos,” disse Shi. “No nosso caso, essas espinhas, que chamamos de ‘microárvores”, atraem gotículas microscópicas de água que estão suspensas no ar, permitindo que elas deslizem pela base da espinha e se aglutinem com outras gotículas, formando gotas relativamente pesadas que eventualmente convergem em um reservatório de água.”
Em um teste durante a noite, uma amostra do material, com uma área de 125 centímetros quadrados (cm2), coletou cerca de 35 mililitros de água da névoa. Em testes durante o dia, o material coletou cerca de 125 mililitros de água pelo método do vapor solar.
Tecnologia universal trata esgotos e efluentes de qualquer indústria.
Cientistas da Rússia afirmam ter desenvolvido uma tecnologia de tratamento de esgotos e efluentes que não tem paralelo no mundo.
Segundo a equipe, a tecnologia é universal, o que significa que ela é adequada para quase todas as empresas industriais, independentemente do processo e dos rejeitos gerados.
O processo limpa as águas residuais industriais não apenas removendo os componentes insolúveis da solução, mas também dessalinizando a água.
O tratamento de efluentes por essa tecnologia ocorre em duas etapas. A primeira é a limpeza preliminar da água, retirando partículas em suspensão. Esta etapa já foi testada no setor petrolífero e usa membranas cerâmicas.
Em seguida, vem a eletrodiálise. Com a ajuda de membranas aniônicas e catiônicas, todos os componentes salinos são separados em duas zonas, o que resulta em uma solução muito salgada (10 vezes mais salgada que a água do mar) e água purificada.

“Fomos mais longe e usamos um tipo adicional de membrana bipolar,” disse o professor Alexander Cherepanov, da Universidade Federal Ural. “Essa é uma construção dos dois primeiros tipos de membranas. Ela decompõe a água do lodo em grupos hidrogênio e hidroxila, que se ligam aos componentes do sal separados. Com isso, obtemos ácido clorídrico e álcali. Assim, de uma solução inicial, obtemos duas – ácida e alcalina.”
Célula termossolar coleta dois tipos de energia
Um novo dispositivo capaz de coletar dois tipos de energia abre o caminho para a geração de eletricidade limpa e renovável 24 horas por dia.
Já sabemos há pelo menos 200 anos que a eletricidade pode ser gerada a partir de um gradiente de temperatura, um fenômeno conhecido como geração termoelétrica. Mais recentemente, os pesquisadores vêm desenvolvendo tecnologias de conversão termoelétrica alterando parâmetros dos materiais e introduzindo novos princípios. Por exemplo, materiais magnéticos podem gerar uma tensão termoelétrica induzindo um fluxo de spins de elétrons ao longo de um gradiente de temperatura, chamado efeito de spin Seebeck. E simplesmente aumentar o comprimento de um componente perpendicularmente ao gradiente aumenta a voltagem.
Tem havido grande esforço para criar dispositivos termoelétricos finos e mais eficientes com base no efeito spin Seebeck. Contudo, quanto mais fino o componente, mais difícil se torna manter um gradiente de temperatura entre sua parte superior e sua parte inferior. Tem havido grande esforço para criar dispositivos termoelétricos finos e mais eficientes com base no efeito spin Seebeck. Contudo, quanto mais fino o componente, mais difícil se torna manter um gradiente de temperatura entre sua parte superior e sua parte inferior.
Satoshi Ishii e seus colegas do Instituto Nacional de Ciência de Materiais do Japão acabam de resolver esse problema criando uma célula com camadas magnéticas que resfria continuamente na parte superior e absorve o calor do Sol na parte inferior.
Dessa forma, a célula termossolar coleta dois tipos de energia: O resfriamento radiativo ocorre na parte superior, conforme o calor é liberado do material na forma de radiação infravermelha, enquanto a radiação solar é captada na parte inferior.
“O resfriamento radiativo diurno e o aquecimento solar têm sido usados para melhorar uma variedade de aplicações termoelétricas. Mas o nosso dispositivo usa os dois tipos de energia simultaneamente para gerar uma tensão termoelétrica,” destacou Ishii.

A emissão térmica é irradiada pela parte superior, mantendo-a fria, enquanto a luz solar é absorvida pela parte inferior, mantendo essa parte aquecida. O gradiente de temperatura é o responsável pela geração de uma corrente de spin que é convertida em eletricidade.
Para-raios a laser prestes a se tornar realidade
A onda de inovações tecnológicas que tomou o mundo de assalto no século passado não parece ter atingido os para-raios.
Já se vão quase três séculos desde que Benjamin Franklin inventou o dispositivo, mas a nossa proteção contra os raios continua baseada no mesmo conceito.
O conceito funciona bem, mas atrair raios para conduzir sua corrente até solo não raramente causa efeitos indiretos adicionais e até mais graves, como a interferência eletromagnética e picos de tensão em aparelhos industriais e eletrodomésticos. E nem todos os locais que precisam de proteção permitem sua instalação.
Nos anos 1960, a invenção do laser trouxe uma nova esperança: Usar lasers de alta potência para criar “caminhos de plasma” pelos quais os raios pudessem descer para pontos determinados, se possível longe das construções.
Pesquisadores europeus agora estão tentando ressuscitar a ideia. Para isso, eles construíram um laser único no mundo, que eles acreditam que poderá finalmente comprovar que é possível guiar raios à distância para pontos definidos.
Para-raios a laser:
O projeto LLR (Laser Lightning Rod, ou para-raios a laser), instalado no Monte Santis, na Suíça, usa um laser de 5 toneladas e 9 metros de altura, com potência na faixa dos terawatts, emitindo radiação pulsada com frequência na faixa dos kHz.
O objetivo é ambicioso, mas simples: Demonstrar que os lasers podem controlar e desviar com segurança os raios.
O sistema de laser será usado para estimular relâmpagos e guiá-los para a torre de telecomunicações de 123 metros de altura, instalada na mesma montanha. Isso iniciará e guiará os relâmpagos descendentes de nuvens de tempestade, eventualmente mostrando que é possível guiá-los para lugares onde não causarão danos.
O laser irá disparar 1.000 pulsos ultracurtos de laser na atmosfera a cada segundo. Ao fazer isso, ele irá gerar um longo canal ionizado, chamado filamento de laser, em direção às nuvens. O filamento do laser atuará como caminho preferencial para o raio, desviando-o de locais vulneráveis.
Os testes já começaram e deverão durar até o fim do verão no hemisfério norte.
Quais produtos já podem ser fabricados a partir do CO2?
Com as emissões de CO2 da nossa sociedade se tornando um dos principais motores do aquecimento do planeta, tem havido um grande esforço no sentido de transformar esse gás carbônico em combustível ou em outros compostos químicos de interesse industrial.
Isso pode não apenas capturar o CO2 da atmosfera, reduzindo seu efeito estufa, como também evitar a queima de combustíveis fósseis adicionais, que lançam mais dele no ar, o que é mais interessante do que a tradicional captura, sequestro e armazenamento de carbono.
Como essa nova química não é simples, um dos primeiros desafios é identificar quais compostos podem ser produzidos a partir do CO2 e quais deles apresentam as maiores vantagens em termos de viabilidade técnica, potencial de mercado e sustentabilidade.
Este foi o trabalho a que se propuseram químicos da Escola Politécnica da USP. “Tentamos desenvolver a nossa própria metodologia para fazer uma seleção um pouco mais rigorosa do que encontrávamos na literatura,” contou o pesquisador Kelvin Pacheco.

Conversão química do CO2:
Os pesquisadores partiram de um universo inicial de 122 possíveis produtos, que foram submetidos a três etapas de seleção. Após a definição de critérios e das melhores ferramentas de análise multicritérios, passaram por uma avaliação na qual foram verificados itens como maturidade tecnológica do produto, taxa de utilização das moléculas do CO2 , projeção de crescimento e preço.
Do grupo inicial de 122, uma primeira triagem selecionou 23, que foram reduzidos para apenas 8 mais viáveis. Dentre esses oito, os pesquisadores definiram os três mais promissores técnica e comercialmente.
A análise mostrou que o dimetilcarbonato (DMC), o ácido acético e o dimetil éter (DME) são os três produtos derivados do dióxido de carbono com maior potencial para desenvolvimento e mais promissores para novos estudos.

“A conversão química do CO2 em outro composto químico é uma reação desfavorável, sob o ponto de vista energético. É difícil de ser realizada,” esclarece Antônio Bresciani, membro da equipe. “Outro aspecto importante é que a conversão, além de eliminar a emissão de CO2, precisa ser viável comercialmente. Não adianta viabilizar uma reação para um produto que não tenha mercado ou que tenha um valor menor.”
Robôs agrícolas economizam até 90% do uso de água nas plantações
Robôs agrícolas que foram desenvolvidos por uma startup do Vale do Silício devem economizar em 90% o uso de água nas plantações. O fundo de tecnologia de Bill Gates busca financiar energias limpas, e também foi fundado por outras empresas, como a American Airlines, Bank of America, Boston Consulting Group e a Microsoft. Os robôs agrícolas da Iron Ox são integrados em um sistema hidropônico, que é o responsável por consumir 90% menos água em comparação às plantações tradicionais, segundo o presidente-executivo, Brandon Alexander.
Atualmente, a empresa está colocando o sistema hidropônico para funcionar em uma área de 10 mil metros quadrados na Califórnia.
A escolha pela atuação dos robôs agrícolas na Califórnia foi justamente devido ao grave período de seca que o estado está passando. Os robôs também estão equipados com sensores, que checam os níveis de nitrogênio e de acidez da água, garantindo um crescimento saudável das plantas ao avaliar o que está faltando e o que a planta precisa.
De acordo com Alexander, qualquer água não usada poderá ser bombeada de volta para o sistema, e então utilizada posteriormente.

“Para realmente eliminar o desperdício, para realmente chegarmos ao próximo nível de sustentabilidade e impacto, temos que repensar todo o processo de cultivo”

Conchas inspiram criação de vidro quase inquebrável
Um vidro mais forte e mais resistente, inspirado na camada interna das conchas dos moluscos, poderá ser usado para melhorar a tela dos celulares, entre inúmeras outras aplicações. Em vez de estilhaçar ao cair ou sob um impacto, o novo material tem a elasticidade do plástico.
Embora técnicas como têmpera e laminação possam ajudar a reforçar o vidro, elas são caras e não funcionam mais quando a superfície é danificada.
“Até agora, havia compensações entre alta resistência, tenacidade e transparência. Nosso novo material não é apenas três vezes mais forte do que o vidro normal, mas também mais de cinco vezes mais resistente a fraturas,” disse o professor Allen Ehrlicher, da Universidade McGill, no Canadá. Buscando inspiração na natureza, a equipe criou um novo material composto de vidro e acrílico que imita o nácar, ou madrepérola. O vidro flexível parece já ter existido, sendo uma invenção perdida desde o reinado do imperador romano Tibério César. De acordo com relatos dos historiadores romanos Plínio, o Velho, e Petrônio, o inventor trouxe uma tigela feita com o vidro flexível diante do imperador. Quando a tigela foi arremessada ao chão, na tentativa de quebrá-la, ela apenas amassou, em vez de estilhaçar. Depois que o inventor jurou que era a única pessoa que sabia como produzir o material, Tibério mandou executar o homem, temendo que o vidro desvalorizasse o ouro e a prata porque poderia ser mais valioso – talvez um dos primeiros exemplos de como a falta de visão de um líder que teme as mudanças pode retardar o progresso humano.
Nova usina de energia solar na Bahia de 1 bilhão de reais produzirá 410 mil MWh por ano

Uma nova usina de energia solar na Bahia, na cidade de Barreiras, deverá produzir 410 mil MWh por ano com um investimento de R$ 1,080 bilhão. A Solar Newn Bahia Energia assinou um protocolo de intenções na última semana com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), a fim de construir uma nova usina solar em Barreiras, cidade com cerca de 160.000 habitantes. Para que a construção seja realizada, é estimado que o empreendimento deverá realizar a contratação de 990 operários para a obra.
Além disso, a Solar Newn Bahia também deverá gerar 135 empregos na fase de operação, onde a usina de energia solar já estará funcionando.
Atualmente, o estado da Bahia já possui 34 parques fotovoltaicos em operação, com mais de 3 milhões de módulos em funcionamento. Com uma capacidade instalada de mais 1 mil MW, em julho deste ano que a Bahia ficou em segundo lugar dentre os estados geradores de energia solar do Brasil.
Você sabe o que é tinta emborrachada?
A Anjo Tintas nasceu em 1986 e tem como missão proporcionar produtos e relacionamentos duráveis com flexibilidade, inovação e sustentabilidade.
A Tinta Emborrachada pode ser aplicada em paredes externa, internas e telhados com aderência direta em fibrocimento, barro, concreto, zinco, alumínio e galvanizado.
Essa tinta tem resistência à alcalinidade, à ação da maresia, às intempéries e sua composição antimofo proporciona uma durabilidade a mais.
Caso esteja fazendo uma repintura, o ideal é que a superfície seja lixada para que depois venha a aplicação da Tinta Emborrachada.
1. Isolante acústica: A pintura com a tinta emborrachada garante a redução de ruídos em até 5 decibéis, sendo útil como isolante acústico para tornar ambientes mais agradáveis e silenciosos. Considerando que o ouvido humano tem sensibilidade de percepção de um dBA, então a redução obtida de 4 a 5 dBA é considerada boa e bem percebida.
2. Diminui o calor: A Tinta Emborrachada Anjo reduz a temperatura em até 3°C quando aplicada em telhados externos, mantendo o ambiente agradável e servindo como tinta isolante térmica para telhados e paredes. Um estudo feito na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) comparou telhas de galvanizado pintadas com Tinta Emborrachada Branca e outra sem pintar. A redução da temperatura obtida no teste foi de 3ºC. A diminuição depende da forma de aplicação, tipo de superfície e ventilação do local.
3. Evita fissuras: Por formar uma película elástica, a tinta emborrachada evita microfissuras na superfície. Isso porque ela tem a capacidade de acompanhar a dilatação e retração conforme a variação da temperatura cobrindo fissuras (0,5 mm) e microfissuras (0,05 mm).
4. É ótima para ser aplicada em containers: Pode ajudar a economizar no ar condicionado, já que diminui a temperatura do ambiente, além de fazer o isolamento acústico.